" Ensinar é um exercício de imortalidade.De alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam a ver o mundo pela magia da nossa palavra o professor,assim,não morre jamais..."

Rubem Alves

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Olá,pessoal tem muitas pessoas nos pedindo os calendários de todos os meses de 2017 ,isso não vai ser possível pois fazemos um mês antes do outro ,para fazer inteiro torna-se muito cansativo e é muito trabalhoso ,temos também outros compromissos ok ,mas fiquem tranquilos pois estaremos fazendo os calendário antes ,um abraço a todos.

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domingo, 19 de agosto de 2012

Dislexia

fonte: Dislexia.zip.net


Como identificar um aluno disléxico?


FALAR-OUVIR-LER-ESCREVER, são atividades da linguagem.


FALAR E OUVIR, são atividades com fundamentos biológicos.

A criança aprende a usar a linguagem falada com velocidade incrível e isto depende de: meio ambiente, trato vocal, organização do cérebro, sensibilidade perceptual para falar os sons.

Ela adquire a linguagem escrita em parte INVENTADA e em parte DESCOBERTA.

Inventada porque foram criados símbolos visuais (grafemas-letras) para representar elementos da linguagem.
Descoberta, porque esses elementos serão reconhecidos na linguagem falada (relação grafema/fonemas = sons das letras).


LER não depende somente da capacidade de segmentação fonêmica (reconhecer sons e símbolos).

Ela é necessária, mas não é suficiente para formar um bom leitor.
A criança precisa descobrir que uma palavra é composta por sons significantes e aprender a identificá-los. Mas principalmente, para se adquirir a habilidade da leitura e escrita, é necessário que haja a automatização desta função, além da capacidade de síntese (interpretação).


Esta habilidade não se desenvolve naturalmente nem através da maturidade. O aprendizado se incumbirá desta tarefa.

No entanto, há um número de crianças, bastante representativo, com dificuldade para aquisição e/ou automação do aprendizado da leitura e da escrita.

Entre as diversas causas possíveis dessa dificuldade está a dislexia, uma dificuldade acentuada na leitura e na escrita atinge de 10% a 15% da população mundial e que ainda não é reconhecida e nem muitas vezes aceita por professores e outros profissionais da educação.


Maria Angela Nogueira Nico – fonoaudióloga e psicopedagoga clínica, coordenadora e diretora técnica e científica da Associação Brasileira de Dislexia (ABD). 

Fonte : Revista Nova Escola



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