" Ensinar é um exercício de imortalidade.De alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam a ver o mundo pela magia da nossa palavra o professor,assim,não morre jamais..."

Rubem Alves

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sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Planos de Aula da Revista Nova Escola

PLANO DE AULA: CONTOS DE FADAS

CONTEÚDO

• Leitura;
• Escrita;
• Coordenação motora;
• Valores;

OBJETIVOS

• Possibilitar o contato com o conto de fadas e as historias fantásticas;
• Desenvolver a seqüência lógica do pensamento infantil;
• Desenvolver a capacidade de atenção e socialização;
• Estimular a capacidade criativa e enriquecer a imaginação;
• Ordenar conceitos e formar idéias;
• Despertar o interesse dos alunos para os contos de fadas e as historias fantásticas.

PÚBLICO ALVO

• Crianças entre quatro à seis anos.

RECURSOS

• DVD com o conto de fadas;
• Livros de Contos de Fadas;
• Lápis, papel, borracha, lápis de cor, giz de cera, hidrocor, tinta guache, pincel, cola, revistas, retalho de pano, tesoura sem ponta;
• Computador, aparelho de DVD, televisão, Data Show.

METODOLOGIA

• Exibir o DVD com o conto escolhido;
• Exposição do livro com o conto;
• Socialização de idéias;
• Trabalho individual ou em grupo;
• Exposição do trabalho desenvolvido pelas crianças;

PROCEDIMENTOS


Incentivação inicial
Apresentações da historia infantil através do DVD de desenho animado.

Movimento 1
Exposição e socialização do livro de conto de fadas escolhido para mostrar as crianças outra forma de se conhecer as historias com o intuito de despertar nelas o interesse pelos livros.

Movimento 2
As crianças analisam e debatem a historia apresentada para desenvolver o seguinte atividade: Recontar a historia da maneira que desejarem, escrita, oral, teatral, em forma de desenho ou colagens.

Movimento 3
Desenvolvimento da atividade criativa.

Movimento 4
Troca de vivencia. Após a conclusão da atividade, as crianças que assim desejarem contaram o que aprenderam ou o que sentem em relação a historia apresentada, como foi recontá-la e o que acharam da atividade feita por seus companheiros de sala.

Movimento 5
Exposição do trabalho desenvolvido para os pais e os outros alunos da escola.

TEMPO DE DURAÇÃO

• 03 (três ) à 04 ( quatro) horas.

.

BETTELHEIM, Bruno. A Psicanálise dos Contos de Fadas. Tradução de Arlene Caetano 9. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992 366 p.

Os sons do cotidiano

Bloco de Conteúdo
Arte

Conteúdo
Linguagem Musical

CONTEÚDO
Escuta atenta dos sons do cotidiano (inclusive o silêncio)
Conceitos musicais (timbre, altura, duração, intensidade e ritmo)
Funcionamento dos instrumentos musicais
Mecanismos de propagação sonora e acústica dos materiais.

ANOS 1º e 2º

TEMPO 4 meses

OBJETIVO
Desenvolver a acuidade auditiva nas crianças e colocá-las em contato com o sistema de produção de sons

MATERIAL NECESSÁRIO
Rádio e gravador de som, instrumentos musicais, caixas de papelão, pedras, conchas, talheres, pregos, tubos de papelão, bambu, garrafas de vidro e garrafões de água

DESENVOLVIMENTO

1ª etapa
Reserve duas aulas para as crianças ouvirem atentamente os sons de diferentes locais dentro da escola (sala, cozinha, pátio) e fora dela (ruas movimentadas, parques). Em outra aula, proponha que as crianças transformem o que ouviram. Elas podem fazer isso ao desenhar e imitar. A intenção é mostrar onde há sons estridentes, suaves, bonitos,
repetitivos etc. É possível também gravar os sons do ambiente e reproduzi-los em classe.

2ª etapa
Prepare quatro aulas de investigação e diferenciação dos sons. Com uma boa variedade de materiais em mãos (talheres, pedras, conchas, pedaços de madeira etc.), faça barulhos e peça que os alunos digam o que ouvem e depois classifiquem de acordo com a altura, a intensidade e a duração. Por exemplo, que som faz um talher contra o outro? E se alguém bater mais forte? O acontece se isso for feito dentro de uma caixa de papelão? Há também outras estratégias interessantes para mostrar que cada som tem uma "personalidade" (timbre). Toque instrumentos musicais ou reproduza CDs com sons de instrumentos diferentes em cada faixa, caso do CD que acompanha o livro Orquestra Tintim por Tintim.

3ª etapa
É o momento de entender o funcionamento dos instrumentos na prática. Para a produção de sons, sugira a montagem de chocalhos com latas de metal, arroz ou pedras. Qual deles produz um som melhor? Você pode ir além e propor a construção de instrumentos
simples. Basta a garotada trazer de casa materiais de sucata. As garrafas de vidro produzem diferentes sonoridades conforme a quantidade de água colocada dentro. Bambus ou tubos podem virar instrumentos de sopro, e garrafões de água, tambores.

AVALIAÇÃO
Verifique se a turma diferencia e classifica os sons durante as atividades e avalie se,
na hora de produzir os instrumentos, todos entenderam seus princípios básicos de funcionamento.


E os bichos? Será que têm profissões?

Faixa etária
4 e 9 anos

Conteúdo
Natureza e sociedade

Objetivos
- Utilizar procedimentos de pesquisa para a busca de informações em fontes variadas como livros, revistas, enciclopédias, sites da Internet, visitas a campo etc.
- Utilizar diferentes modalidades de leitura adequadas a diferentes objetivos.
- Fazer uso da Biblioteca buscando autonomia nos procedimentos de pesquisa.
- Produzir cartazes com pequenos figuras e textos que apóiem a exposição do que sabem sobre as profissões.
- Utilizar a linguagem oral para expor o que aprenderam.
- Utilizar recursos de produção de imagens relacionados aos cartazes preparados para a exposição final.

Conteúdo
- Definição do que é inseto e de quais deles mantém uma organização hierárquica em suas colônias.
- Comparação de semelhanças e diferenças entre.
- Estudo de tópicos relacionados à organização da colônia, funções de cada membro, alimentação, reprodução, partes do corpo de cada inseto etc.

Tempo previsto
6 meses

Materiais necessários
- Diferenciadas fontes de informação: de informações em fontes variadas como livros, revistas, enciclopédias, sites da Internet, visitas a campo etc.
- Vídeos informativos
- Sucata, diferenciados papéis e recursos de informática para preparar a exposição para a Feira de Ciências.

Desenvolvimento das atividades
1. Assistir ao vídeo “Vida de inseto”, ou “Lucas, um intruso no formigueiro”; “Formiguinhas”.

2. Introduza a discussão perguntando: Será que os bichos têm profissões? Que profissões seriam estas? Como cada um sabe o que deve fazer dentro de uma colônia? O que será ou quem será que define cada tarefa?

3. Faça um levantamento do que sabem a respeito. Você poderá criar um quadro de informações: O QUE JÁ SABEMOS, O QUE QUEREMOS DESCOBRIR, O QUE APRENDEMOS.

4. Planeje o estudo de cada um dos insetos num mês diferente: abelhas, formigas e cupins. Lembre-se que o objetivo é comparar semelhanças e diferenças entre estes seres vivos que se organizam em colônias.

5. Solicite às crianças que tragam material de pesquisa para descobrir informações sobre os insetos.

6. Buscar informações sobre as abelhas, formigas e cupins relacionadas às profissões existentes na colméia, formigueiro e cupinzeiro: a divisão das tarefas, comida, “trabalho”, rainha, reprodução etc.

7. Listar tópicos mais importantes para direcionar a pesquisa destes 3 grupos de insetos: organização da colônia, funções de cada membro, alimentação, reprodução, partes do corpo de cada inseto etc.

8. Agendar estudos do meio para aprender novas informações sobre o que está sendo estudado. Na cidade de São Paulo, sugerimos Cidade das Abelhas – Embú das Artes e Zoológico de São Paulo – formigueiro.

9. Entrevistar um apicultor, um mirmecólogo e um especialista em cupins a partir de uma entrevista planejada previamente.

10. Buscar na Internet informações sobre estes insetos que complementem as pesquisas.

11. Aprender a partir da observação de legendas em jornais, revistas e outras fontes o uso e função da mesma: textos curtos, objetivos, com informações principais.

12. Tirar fotos dos estudos do meio e deixar que as crianças escrevam legendas explicando aspectos importantes que foram aprendidos.

13. Criar “ambientes” característicos das colônias de insetos para auxiliar a exposição oral na feira de Ciências: colméia com caixa de ovos, abelhas com massa de porcelana fria, formiga gigante de jornal, fita crepe e cola (utilizar técnicas de empapelamento), caminhos de um formigueiro e/ou cupinzeiro etc.

14. Dividir as crianças em três grupos para preparar a feira de Ciências (um grupo para cada inseto).

15. As crianças deverão se subdividir e escolher o que expor sobre cada inseto, planejando o texto oral e a apresentação aos pais ou crianças de outras classes, ou toda a comunidade escolar.

16. Produzir cartazes que complementem a exposição oral (os grupos poderão optar por transparências e/ou slides criados no Power point ao longo do semestre).

17. Fazer receitas utilizando mel, escrevê-las e criar um pequeno informativo para ser distribuído na Feira de Ciências com receitas e benefícios do mel à saúde.

18. Escrever informativos e curiosidades (de uma folha) sobre cupins e formigas também para serem distribuídos na Feira de Ciências.

19. Comparar semelhanças e diferenças entre a organização e “profissões” de cada uma destas colônias de insetos.


Avaliação
A Feira de Ciências será o momento de avaliar se a criança:
- Têm domínio do conteúdo aprendido.
- Reconta, resume e explica o que foi aprendido a partir das leituras.
- Têm clareza ao explicitar suas idéias.
- Faz uso adequado da oralidade para explicar o que aprendeu e se consegue transmitir as informações de maneira objetiva e articulada, demonstrando domínio do conteúdo.
- Faz uso dos cartazes e outros recursos visuais como recurso para suas explicações.

Quer saber mais?

- Enciclopédias, dicionários de todos os tipos (ilustrados ou não) relacionados ao assunto, banco de imagens dos insetos estudados.

Denise Maria Milan Tonello
Pedagoga, Orientadora da Educação Infantil e 1º ano do Ensino Fundamental do Colégio Miguel de Cervantes, em São Paulo, SP.



Quanta profissão legal!


Objetivos

Desenvolver conhecimentos sobre a vida social.

Buscar informações em fontes variadas.

Ano
Pré-escola.

Tempo estimado
Quatro meses.

Conteúdos

Conhecimento sobre profissões e suas características, curiosidades e importância na sociedade.

Planejamento de entrevistas.

Utilização de linguagem oral.

Escrita.

Materiais necessários
Baú com instrumentos usados em diversas ocupações; livros, jornais e revistas para pesquisa; sucata para a confecção dos uniformes; e placas de cartolina com o nome das profissões.

Organização da sala
Em roda nos momentos de leitura.

Desenvolvimento

1ª ETAPA

Faça uma roda de conversa e pergunte sobre os ofícios que a garotada conhece. Elabore um cartaz com uma lista dos citados, deixando espaço para complementar as informações ao longo do projeto. Em outra aula, apresente à turma o baú ou uma caixa grande , tire os objetos de dentro dele e deixe que as crianças os relacionem com as ocupações listadas anteriormente. Em outro momento, mostre uma placa com a palavra fotógrafo, por exemplo, peça que todos tentem lê-la e desafie-os a buscar no acervo a ferramenta que ele usa para exercer a atividade.

2ª ETAPA

Ajude a turma a elaborar um questionário para ser aplicado aos familiares sobre o que fazem e os detalhes de cada atividade. Reserve três ou quatro encontros para pesquisa em contos de fadas, jornais, revistas e obras de arte (Cândido Portinari e Tarsila do Amaral pintaram diversos trabalhadores rurais e urbanos), para identificar as ocupações que aparecem nessas produções. Organize um painel de registro com textos coletivos.

3ª ETAPA

Comece a preparar o desfile. Todos devem observar as imagens disponíveis no material pesquisado e fazer desenhos de observação. Eles servirão de referência na hora de confeccionar as roupas. Convide os pais para participar de oficinas de fantasia. Dias antes da apresentação, proponha a elaboração de uma explicação para cada atividade.

Produto final

Desfile de uniformes

Convide os familiares e outras turmas para o evernto. Você mesmo pode ser o apresentador, descrevendo as roupas e lendo o texto sobre a ocupação e a importância dela para a sociedade.

Avaliação
No faz-de-conta, observe se as crianças enriqueceram o jogo simbólico e utilizaram o conhecimento adquirido.

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